Respirar Futebol

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Viagem Naval para o Rio Sado?

Ulisses MoraisTerminou de forma surpreendente e quase abrupta a permanência de cinco anos de Ulisses Morais na Primeira Divisão. Gil Vicente (quase dois anos), Marítimo (ano e meio) e Naval (dois anos) foram as (primeiras) paragens de uma vida que só aos 44 anos se cruzou  com o principal escalão do futebol português. Para trás, anos a fio na segunda e terceira divisão, com resultados reconhecidos em clubes como Dragões Sandinenses, Machico e, principalmente, Estoril. Foi com os canarinhos que fez por justificar a chamada ao principal escalão, com o título da Liga de Honra e a consequente subida de divisão.

Problemas internos acabaram por precipitar a saída do Estoril ainda antes do arranque na Primeira Liga. Atento estava o Gil Vicente, que aproveitou as qualidades de Ulisses Morais. Ajudou o clube de Barcelos a estabilizar na Liga, cumpriu de forma regular com o Marítimo e consolidou o nome da Naval nas provas profissionais. Passou a ser olhado como um treinador da Primeira Liga, com um futebol ofensivo, baseado num 4x3x3 e capaz de lançar alguns jovens portugueses, e também franceses, no caso da Naval.

A saída repentina do clube da Figueira da Foz, com três jornadas cumpridas, não tem relação possível com a renovação enorme no plantel. É apontado agora ao Vitória de Setúbal, cuja equipa está em processo de construção/transformação. Se aceitar, será, seguramente, o maior desafio da carreira.

Setembro 15, 2009 - Publicado por | Uncategorized

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