7ª jornada – destaques
A SURPRESA - A construção do NOVO SPORTING, à imagem de Domingos Paciência, mostra já processos mais sólidos. Pelo segundo jogo consecutivo com menos um elemento, viu-se uma equipa mais inteligente tacticamente, mais solidária, mais operária e com uma maior noção sobre o conceito colectivo. A MELHOR DEFESA do campeonato mora em Aveiro! Dois golos sofridos em sete jogos (só Schaffer e Ricardo Silva bateram Rui Rego) mostram a coesão sólida de um colectivo, que tem em Hugo o principal pilar!
O AUTO-GOLO –Vítor Pereira voltou às vitórias (0-3 em Coimbra) e dá a ideia de que desde que não invente muito, o FC Porto parte como favorito em qualquer jogo. No entanto, torna-se complicado perceber porque Walter não joga mais vezes. Mais do que discutível a opção do brasileiro como titular ou suplente, é a decisão estranha de NEM SEQUER TER SIDO INSCRITO NA LIGA DOS CAMPEÕES.
O PORMENOR – O REGRESSO DE MANUEL CAJUDA ao futebol português. É o treinador no activo com mais jogos na liga – 467. Podemos discutir e contestar as suas ideias e opções tácticas mas a sua presença é uma lufada de ar fresco. O discurso, as conferências de imprensa e a forma de estar, teimam (positivamente) em fugir aos padrões formatados, o que é uma boa notícia. O EQUILÍBRIO NA FRENTE DA CLASSIFICAÇÃO, com os primeiros cinco classificados separados por 3 pontos. Distância tão curta na frente, à sétima jornada, já não era vista há cinco temporadas.
O GOLO – O segundo do Vitória de Setúbal frente ao Rio Ave. Mais do que o remate artístico de Hugo Leal, foi a construção da jogada, entre Miguelito, Pitbull e Jorge Gonçalves até chegar ao pé direito do número vinte sadino . Mais importante ainda: deu os 3 pontos ao Vitória de Setúbal, num jogo complicado, a poucos minutos do fim.
O 11 DA JORNADA
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