Respirar Futebol

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Assim vai o mercado em Janeiro

(a bold, as transferências mais recentes)

CLUBE

ENTRADAS

SAÍDAS

FC PORTO

Danilo (Santos)

Lucho (Marselha)

Janko (Twente)

Walter (Cruzeiro)

Fucile (Santos)

Belluschi (Genova)

Guarin (Inter)

BENFICA

André Almeida (U. Leiria)

Yannick Djaló (sem clube)

David Simão (Académica)

Mora (Peñarol)

Rúben Amorim (Braga)

SPORTING

Xandão (São Paulo)

Renato Neto (Cercle Brugges)

Ribas (Genova)

Bojinov (Lecce)

BRAGA

Luís Alberto (Nacional)

Miguel Lopes (Betis)

Samuel (Anderlecht)

Ukra (Não-inscrito)

Rúben Amorim (Benfica)

Marcos (

Meyong (V. Setúbal)

Galo (Gil Vicente)

Mérida (A. Madrid)

Zé Luís (Gil Vicente)

V. GUIMARÃES

João Amorim (Freamunde)

André (Juniores)

Jorge Molina (Cartagena)

Maranhão (Ponte Preta)

Saucedo (Bragantino)

Tony (P. Ferreira)

Serginho (Portimonense)

Renan (Paranaense)

Edson Sitta (Beira Mar)

Faouzi (Al-Ittihad)

Targino (

NACIONAL

Keita (Beijing Guon)

Pecknik (Krylya Sovetov)

Marçal (Torreense)

Moreno (Leicester)

Jota (Juniores)

Igor Rocha (Juniores)

Mayko (Palmeiras B)

Nuno Pinto (Levski Sofia)

Tomasevic (União)

Thiago Gentil (Barueri)

Luís Alberto (Braga)

Felipe Lopes (Wolfsburg)

André Recife (União)

Anselmo (Rio Ave)

P. FERREIRA

Tony (V. Guimarães)

Ozeia (Vaslui)

Ricardo (Shandong)

Christian Irobiso (Juniores)

Alvarez (Chivas)

João Paulo (Tourizense)
Rafinha (Ribeirão)

Cícero (Moreirense)

Fábio Faria (

Backar (Arouca)

William Artur (

Reinaldo Lobo (Oliveirense)

Diogo Figueiras (Moreirense)

Eridson (Portimonense)

RIO AVE

Anselmo (Nacional)

Dinei (Vila Nova)

MARÍTIMO

Gonçalo Abreu (Atlético)

Baba (Sevilha)

U. LEIRIA

Hugo Gomes (sem clube)

Diego Alemão (Andax Rio)

Keita (Nimes)

Abdullah (Al Ettifaq)

Ogu (Almeria)

Vinicius Silva (M Swallows)

Copetti (Internacional)

André Almeida (Benfica)

Diego Gaúcho (Santa Cruz)

Erichot (Monaco B)

Maykon (

Chula (

OLHANENSE

Vasco Fernandes (Beira Mar)

Jorge Araújo (Dacia)

Figueroa (O´Higgins)

João Gonçalves (

Meza (

Ivanildo (

V. SETÚBAL

Silva (Atlético, entretanto saiu)

Meyong (Braga)

Amoreirinha (não-inscrito)

Thiago Veras (

Gonçalo Graça (

Henrique (Náutico)

Silva (Boa Esporte)

Pitbull (Manisaspor)

BEIRA-MAR

Edson Sitta (V. Guimarães)

Cássio (Rapid Bucareste)

Camará (Belenenses)

Tiago Cintra (Leixões)

Nuno Lopes (Oliveirense)

Vasco Fernandes (Olhanense)

Edson (Santa Clara)

Cristiano (Rapid Bucareste)

ACADÉMICA

Issouf (Juniores)

Paulo Alves (Juniores)

Magique (Juniores)

David Simão (Benfica)

Mvom (Astres)

Edinho (Malaga)

Ferreira (Asa Alagoas)

William (C. Alagoano)

Berger (Cherno More)

Júlio César (Moreirense)

Jerry Sitoe (Trofense)

Sissoko (Wolfsburgo)

GIL VICENTE

Galo (Braga)

Zé Luís (Braga)

Sidnei (Libolo)

Leandrinho (CRB)

Laionel (

Bruno Filipe (Gondomar)

FEIRENSE

José Pedro (Juniores)

Bastian (Schoneiche)

Janeiro 31, 2012 Publicado por | Uncategorized | Deixe um Comentário

Outras estrelas: Rui Patricio

Está a cumprir a quinta época como titular da baliza do Sporting, a terceira como totalista absoluto. A caminho dos 24 anos, Rui Patrício há muito que deixou de ser olhado com desconfiança, desfazendo a imagem de um guarda-redes com potencial mas muito irregular, capaz de fazer grandes defesas e de sofrer golos… estranhos! Longe vão os tempos em que Rui Patrício era sinónimo de intranquilidade ou irregularidade. Está mais maduro, mais constante e mais adulto, sendo justo dizer que já faz parte daquele restrito lote de guarda-redes que dão pontos à sua equipa no final do campeonato, a exemplo de outros na liga, aliás.

De eterna promessa, passou a certeza, dando razão aos últimos treinadores do Sporting, que nunca tiveram dúvidas em apostar nele como titular inquestionável. Aos poucos, e com enorme força mental, Rui Patrício impôs-se no Sporting e, com naturalidade, também na selecção, a tal ponto que, neste momento, é a principal referência nacional neste posto específico, despertando mesmo a cobiça de clubes internacionais. Com o Europeu à porta, e a titularidade muito bem encaminhada, Rui Patrício pode ser o próximo produto Made in Alcochete a emigrar.

Dezembro 20, 2011 Publicado por | Uncategorized | Deixe um Comentário

O regresso do “senhor” bigode

 A década de 80 ficou marcada, no futebol português, pelo Euro-84, pelo Mundial do México e consequente caso-saltillo, pelas conquistas mundiais do FC Porto, pelo Benfica finalista da Taça dos Campeões, pelo primeiro título mundial sub-20 de Portugal e ainda pelo aparecimento de jogadores como Futre ou Rui Barros. De maneira paralela, até meados da década de 90, começava a ganhar forma a nova imagem de marca do treinador português: o bigode!!

De Artur Jorge (Porto e Selecção) a Toni (Benfica). De Jesualdo Ferreira (Benfica e Amadora) a Vítor Manuel (Académica, Penafiel, Braga). De Vitor Oliveira (Paços Ferreira e Portimonense) a Carlos Manuel (Salgueiros e Sporting). Treinador que se prezasse tinha de ter bigode! Obrigatório ou inerência à profissão, persistiu o enigma. Certo é que houve épocas em que a Primeira Divisao parecia um festival do bigode…

Mais nomes? Fernando Santos (Estoril e Amadora) António Oliveira (Sporting e Selecção), Nelo Vingada, Carlos Queirós (Selecção), Rodolfo Reis (Tirsense e Gil Vicente), Professor Neca (Paços Ferreira e Famalicão), Carlos Brito (Rio Ave), Manuel Machado (Moreirense), João Alves (Amadora e Belenenses) ou José Romão (Famalicão  e Penafiel). Com mais ou menos pêlo, uma característica era comum a todos estes (e mais alguns) entre as décadas de 80 e 90: o tão famoso bigode do treinador português!

Uma tendência que foi morrendo gradualmente, com os últimos anos a registarem exactamente o oposto. Mudou a imagem do treinador (e do homem) português. Do bigode mais ou menos farfalhudo, passou-se à imagem de metro ou até retrossexual, com a barba de três dias (e nalguns casos, o colarinho da gabardina para cima) a ditarem a regra. Até que, vindo do longínquo Vietname, aterra Henrique Calisto (na foto) em Paços de Ferreira. Mais de dez anos depois, regressa a Portugal, mas mantém a mesma imagem de quando saiu. Resta agora esperar se será Calisto a actualizar o novo estereótipo ou se a moda regressa e começamos a ver Vítor Pereira, Paulo Bento ou Jorge Jesus com bigode! Ou então, nenhuma das duas…

Dezembro 13, 2011 Publicado por | Uncategorized | Deixe um Comentário

Assim vai a Orangina

 Está concluído o primeiro terço do campeonato, na Liga Orangina. Uma meta simbólica que serve de pretexto para fazer um balanço sobre a época, individual e colectivamente.

Olhando para a tabela, é fácil constatar que o equilíbrio continua a ser a imagem de marca de uma competição imprevisível. Doze pontos separam o primeiro do último classificado, com a primeira metade da tabela agarrada por 5 pontos de distância. Pouco, muito pouco, para fazer prognósticos de subidas e descidas a tão grande distância do final.

O desafio vai, sim, para fazer o onze deste primeiro terço, com o líder Atlético mais representado neste balanço individual. Vamos lá a isso:

WAGNER  (Estoril) – Só não participou nos primeiros dois jogos da Liga, que curiosamente, terminaram sem vitória para os canarinhos. Nas últimas jornadas têm-se imposto como um dos melhores da Liga nesta posição, a par de Caleb (Atlético), Stefanovic (Santa Clara) ou Bruno Vale (Oliveirense). Acrescentar que Estoril e Atlético têm as melhores defesas da prova.

RICARDO PESSOA (Portimonense) – Dispensa apresentações este lateral à beira dos 30 anos. Neste momento, é o principal símbolo do clube algarvio e um jogador, unanimemente reconhecido, como de Primeira Liga. Pode ser que regresse, de preferência, segundo o próprio, com a camisola rubro-negra. Carlitos (Naval) é outro dos bons jogadores nesta posição.

NUNO SILVA (Leixões)  - Aos 36 anos, este central do Leixões estará já na fase final da carreira mas a sua experiência, com forte sentido de colocação e bom jogo de cabeça, fazem de Nuno Silva um jogador imprescindível para Litos. Prova disso é a utilização em todos os jogos.

GONÇALO (Atlético) – Se Nuno Silva está na fase final da carreira, Gonçalo está agora a começar. O central do Atlético tem 20 anos e cumpre a primeira época em ligas profissionais. Formado no Barreirense, está na Tapadinha emprestado pelo Vitória de Guimarães. Só não se deixem enganar pela carinha de miúdo. Vinte anos, só mesmo no BI.

NELSON PEDROSO (Aves) – Apesar dos 26 anos de idade, é dos laterais esquerdos mais experientes nesta edição da Liga Orangina. Está nas Aves mas tem claramente qualidade para uma divisão superior. Chico Silva (Oliveirense) era outra das hipóteses para esta posição.

LAURINDO (Atlético) – É o típico caso de um jogador que chega tarde a uma competição profissional. Rápido, com grande sentido táctico, é um médio que corre quilómetros por jogo, sempre com grande critério. Pena estar a chegar já aos 30 anos. Passou demasiado tempo em divisões inferiores.

OLIVEIRA (Oliveirense) – Regressou este ano a casa, depois de algumas épocas no Santa Clara e Leixões. Nos últimos anos, Oliveira foi considerado para treinadores e observadores o melhor jogador da Segunda Liga. Mas, curiosamente, nunca deu o salto. Tem 26 anos e futebol claramente de primeira. Explosivo, rápido, imprevisível e talento para muito mais. Acredito que ainda vai a tempo. Miguel Rosa (Belenenses) ou Fábio Espinho (Moreirense) seriam opções para este meio-campo, não fosse Oliveira ainda jogar neste escalão.

ALDAIR (Penafiel) – Ora aqui está uma das revelações do campeonato. Produto das escola do Penafiel, cumpre a primeira temporada como sénior, aos 19 anos. Muito forte no um-contra-um, explosivo e dono de uma velocidade incrível, Aldair é já uma das agradáveis surpresas da prova. A ver e rever… rever… rever!

LEANDRO PIMENTA (Fátima) – Depois de empréstimos a Beira Mar e Fátima, que deixaram algumas reservas em relação ao valor deste jovem jogador, surge o Atlético a comprovar todo o talento de um pé esquerdo. Contratualmente ligado ao Benfica, Pimenta está a trabalhar para regressar à Luz, depois de cumprir os vários escalões de formação da águia. A continuar assim…

MANOEL (Penafiel) – O melhor elogio que se pode fazer a Manoel é que no 25 de Abril, já pouco se lembra de Michel, anterior goleador da equipa, agora a brilhar (mais ou menos, pronto!) no Paços de Ferreira. Este brasileiro de 23 anos é o melhor marcador da Liga e aos golos, consegue juntar muita qualidade de jogo.

WAGNER (Moreirense) – Há quatro épocas em Portugal, só agora Wagner chegou a uma liga profissional. Jorge Casquilha descobriu este brasileiro de 23 anos no Aliados de Lordelo e para já, o balanço é muito positivo, com três golos apontados no ataque à subida de divisão.

Novembro 29, 2011 Publicado por | Uncategorized | Deixe um Comentário

O derby em curiosidades

É o 78º jogo para o campeonato, na Luz.
Até agora, em 77 jogos, 42 vitórias para o Benfica, 14 para o Sporting e 21 empates.
Em todos os confrontos, para todas as competições: 284 Jogos, 124 vitórias para Benfica, 58 empates e 102 vitórias para Sporting (Golos: 488-442)
O Sporting não ganha na luz há 6 anos. A última vitória foi a 28 de Janeiro de 2006: Benfica 1 (Simão) – Sporting 3 (Liedson x2, Sá Pinto)

O Sporting não marca na Luz desde Abril de 2007. Liedson foi o último a marcar na Luz para o campeonato, e logo aos 2 minutos desse encontro.

Nas últimas quatro temporadas, o Sporting nunca marcou na Luz.
Para o campeonato, o Sporting não marca na Luz há 448 minutos!

Esta época, em casa , o Benfica tem 5 vitórias em 5 jogos, com apenas cinco golos sofridos.
Na Luz, o Benfica marca há 38 jornadas consecutivas!
A última vez que ficou em branco, foi em Abril de 2009, frente à Académica. Era treinador da Académica… Domingos Paciência.
Jorge Jesus, para o campeonato, marcou sempre sempre na Luz!
O Benfica marca há 30 jornadas consecutivas.
Em 21 jogos oficiais, esta época, o Benfica ainda não perdeu.
O Sporting é a equipa com mais vitórias consecutivas no campeonato – 7 jogos sempre a ganhar.
O holandês Van Wolfskwinkel marcou nas últimas 3 jornadas.
O Sporting não sofre golos para o campeonato há 2 meses.
João Pereira, Rui Patrício e Artur Moraes são os únicos totalistas das duas equipas.

Se não perder com o Sporting, o Benfica assinala o 22º jogo consecutivo sem perder. Jorge Jesus ultrapassará, neste caso, Sven Goran Ericksson, fazendo o melhor arranque de época do Benfica dos últimos 40 anos.
Curiosamente, o sueco não ganhou o 22º jogo, que foi … contra o Sporting.

É o 13º jogo entre Jorge Jesus e Domingos Paciência. Até agora empate absoluto, com 4 vitórias para cada um e 4 empates.

Para todas as competições, o Sporting não ganha ao Benfica há quase 3 anos. A última vitória foi em Fevereiro de 2009. 3-2, em Alvalade, como golos de Liedson (2) e Derlei.

Há 7 anos que um Benfica-Sporting não estava directamente ligado à liderança do campeonato. A última vez foi em 04/05, com um golo de Luisão, já nos minutos finais, que valeu o titulo ao Benfica. Na altura, era a penúltima jornada da liga. Benfica e Sporting tinham 61 pontos, à partida para esse derby.

Jorge Jesus vai participar no sétimo derby como treinador do Benfica.
Até aqui, cinco vitórias e um empate, com um saldo de golos de 12-2.
Domingos Paciência vai fazer a estreia em derbys da capital.

Até agora, o actual treinador do Sporting, ao serviço de U.Leiria, Académica e Braga, contra o Benfica, conseguiu 5 vitórias e 10 derrotas, num total de 15 jogos.
Domingos Paciência já ganhou duas vezes na Luz, como treinador da Académica. Uma delas por 0-3.

O Braga é denominador comum ao derby da capital – Jorge Jesus, Artur e Eduardo já passaram pelo Minho e estão agora no Benfica. Carlos Freitas, Domingos Paciência, João Pereira e Rodriguez já passaram pelo Minho e estão agora no Sporting.

Novembro 25, 2011 Publicado por | Uncategorized | Deixe um Comentário

A família de Bento

A pouco mais de 200 dias do início do Europeu de futebol, começa, na cabeça de cada um de nós, o exercício mental de encontrar os melhores 23 jogadores para a competição. Este ano, provavelmente, um exercício mais simples de realizar, por vários motivos. Primeiro, porque já se percebeu que Paulo Bento gosta de mexer pouco no seu grupo de trabalho. Depois, porque o seleccionador já deixou claro que está formado o núcleo-duro, uma espécie de família, com prioridade ao colectivo em vez do individualismo. Depois porque, verdade seja dita, Portugal já não dispõe de tantos talentos como há uns anos, o que acaba por facilitar as escolhas do seleccionador.

Há, no entanto, algumas dúvidas, porque em mais de meia-época, muito pode acontecer. Lesões, castigos, baixas de forma de alguns jogadores e, claro, é preciso contar com algum valor emergente que rebente nos próximos seis meses, o que neste momento, não é de todo provável. No quadro de escolhas, já não entram Bosingwa e Ricardo Carvalho.

Vamos lá então às possíveis duvidas que podem estar na cabeça do seleccionador:

GUARDA-REDES: com Rui Patrício praticamente seguro como titular, haverá mais quatro alternativas para três lugares: Beto (Cluj), Eduardo (Benfica) e Quim (Braga). A não ser que apareça mais um grande jogador para esta posição nos próximos meses, as restantes duas vagas serão preenchidas por dois destes nomes. Neste momento, Quim leva desvantagem.

DEFESA: contas simples de fazer. Quatro laterais e quatro centrais. Sem a hipótese Bosingwa e com o crescimento competitivo de Eliseu, os laterais estão definidos. Falta um central, com Sereno em vantagem, já que é polivalente. Ricardo Costa seria outra opção. Tonel parece definitivamente de fora. Mais longe parecem estar nomes como Carriço ou Manuel da Costa. Só mesmo com uma grande época nos seus clubes e mesmo assim…

MEIO-CAMPO: Sem um número 10 com a qualidade de Deco, essa posição está agora entregue a meias a Moutinho e Meireles.  Há ainda Martins e Micael, estes sim, com características mais parecidas com as do luso-brasileiro. A posição de pivot-defensivo parece entregue a Veloso, principalmente depois dos jogos do play-off. À espreita, estão Rúben Amorim e André Santos, principalmente. Mas convém não esquecer nomes como Paulo Machado, André Castro ou Hugo Viana.

AVANÇADOS: Com Ronaldo e Nani intocáveis, há duas vagas por preencher nas alas, sendo que a de Danny é quase óbvia, até pela polivalência. Quaresma e Varela lutam pela restante vaga. E atenção ainda a Djaló, velho conhecido de Paulo Bento,  Helder Barbosa ou Vieirinha. Na posição de ponta-de-lança, falta um nome para acompanhar Postiga e Hugo Almeida. Nuno Gomes parte em vantagem mas é preciso não esquecer Nelson Oliveira, Wilson Eduardo ou mesmo Orlando Sá.

Dúvidas para ir desfazendo nos próximos meses de competição, onde veremos jogadores mais motivados em mostrar qualidade ao seleccionador.

Novembro 16, 2011 Publicado por | Uncategorized | Deixe um Comentário

Repetir 1995

Há 16 anos, neste dia, também à chuva e na Luz, foi assim.

Não há Rui Costa, Helder, Figo e companhia, mas temos Nani, Ronaldo e Moutinho.

Novembro 15, 2011 Publicado por | Uncategorized | Deixe um Comentário

O Portimonense de Mozer

A imagem terá passado despercebido a muita gente, até porque o jogo entre Portimonense e Atlético já tinha terminado há alguns minutos e as bancadas já estavam praticamente vazias. No relvado, bem no centro, à conversa, já depois da retirada de quase todos os atletas, ficaram Carlos Mozer e o central Eliézio. Sobre o teor da conversa só os dois poderão responder, mas não é difícil adivinhar que entre aqueles dois minutos de conversa, não passou ao lado a forma como o Atlético marcou o único golo. Uma jogada de contra-ataque, concretizada com classe por Leandro Pimenta, depois de uma corrida louca de Laurindo. Pela forma como Mozer conversava e gesticulava, parecia estar a corrigir posicionamentos defensivos.

Era o ponto final no jogo de estreia de Mozer à frente do Portimonense. E para a história, fica mesmo esse lance que terminou com o remate certeiro do médio da Tapadinha. Para Mozer, no entanto, como explicou na conferência de imprensa, interessa mais valorizar a imagem deixada pela sua equipa, com 90 minutos de muita entrega, concentração e ambição. Um Portimonense renovado, com irreverência e muita vontade de vencer o líder e mostrar qualidade ao novo treinador. Pode ter sido efeito imediato psicológico depois da chicotada, mas creio que esta equipa tem margem para escalar muitos lugares na tabela. Mesmo até lá acima. É certo que Mozer não mexeu muito no sistema trabalhado por João Bastos nas primeiras jornadas, mas a dinâmica da equipa e a libertação anímica dos jogadores deixou vontade de acompanhar o Portimonense no futuro.

No primeiro onze do novo treinador, Ivo manteve a titularidade na baliza, à semelhança do que tinha já acontecido na Liga no jogo com o Arouca. Ricardo Pessoa, na direita, confere resistência a defender e inteligência a atacar, enquanto Ricardo Nunes, mais posicional, dá segurança no lado esquerdo. No centro, Rúben Fernandes (à imagem de Pessoa, um dos símbolos do clube) joga de forma prática e segura, e complementa Eliézio, o outro central. À frente, Semedo. Alto, possante e muito veloz, é o médio mais defensivo, mas não esgota as suas acções a defender. Bem pelo contrário. No meio campo formado por 1×2, Semedo joga atrás de Organista e Fabrício. O brasileiro aparece como claro organizador, mas agora com Organista praticamente ao lado. O médio formado no Porto, com cultura, apoia Semedo no processo defensivo, transformando o 1×2 em 2×1. No ataque, três setas apontadas à baliza adversária: Rafa (direita), Ben (esquerda) e Simi (centro). Três jogadores ainda muito jovens, com técnica, capacidade para dar largura ao jogo e imprimir velocidade à equipa. Ao mesmo tempo, ainda verdes na hora da finalização. E foi precisamente pela falta de eficácia que Mozer não se estreou com uma vitória à frente da equipa. Uma questão de tempo, acrescento eu. Porque a jogar assim, a sorte, e os resultados, vão aparecer.

Novembro 6, 2011 Publicado por | Uncategorized | Deixe um Comentário

9ª jornada – destaques

A SURPRESA - O chicote a estalar na Madeira. O terceiro treinador em menos de um ano, no Nacional da Madeira. Ivo Vieira, aposta pessoal do presidente Rui Alves, até nem deixou o clube tão longe dos lugares europeus – a três pontos do sexto lugar – mas nunca convenceu verdadeiramente. O pior foi mesmo a falta de qualidade nalguns jogos e a pesada eliminação na Europa, aos pés do Birmingham. Pedro Caixinha tem agora a oportunidade de, com melhores condições de trabalho, confirmar na Madeira os bons indicadores que deixou em Leiria. Primeiro teste: o aflito Rio Ave.

O AUTO-GOLO – Podia ser o auto-golo (literal) do Paços de Ferreira, digno de figurar no anedotário futebolístico da época. Podia, mas não é. Podia também ser o Beira-Mar ou o Feirense, as equipas que não sabem o que é vencer há mais de dois meses. Podia, mas também não é. Desta vez, o auto-golo vai mesmo para Hulk e Jeffren. Ou melhor, para as saídas abruptas de campo dos dois jogadores. Um recebeu ordem de retirada e foi directamente para o duche. O outro seguiu para o duche, sem ordem de retirada. Ambos de forma pouco cortês. Ambos de forma pouco natural. Ambos a darem motivos para falatório.

O PORMENOR – O golo mais rápido da Liga, marcado por Rodrigo. 24 segundos foram suficientes para tocar uma vez na bola e puff… golo! O primeiro do avançado, logo no primeiro jogo a titular para o campeonato. A confirmar que esta época, Jorge Jesus pode dormir descansado, porque no banco terá sempre soluções ofensivas válidas. Uma coisa é ter Rodrigo, Saviola ou Nolito como opções. Outra era ter Kardec, Jara ou Weldon. Destaque ainda para a União de Leiria. Segunda vitória no campeonato. Segunda vitória de Cajuda. Devagarinho chega lá, o regressado velhote!

O GOLO – o de João Tomás, em Guimarães. Mais do que o toque artístico que conclui a jogada, fica a nota artística da assistência, ao estilo Barcelona. O toque de calcanhar de Tarantini a isolar o goleador do Rio Ave é digno das mais brilhantes jogadas de Playstation. Na altura deu o empate, que acabou por ser desfeito para lá do minuto 90, numa invenção de Carlos Xistra. Um golo que não chegou para evitar a queda para a última posição.

O 11 DA JORNADA

Novembro 2, 2011 Publicado por | Uncategorized | Deixe um Comentário

AVB dois anos depois!

 25 de Outubro de 2009, Estádio do Dragão, Porto – Académica, 8ª jornada. Até aqui, tudo normal. A novidade, nessa noite, estava no banco da equipa visitante. André Villas-Boas cumpria o primeiro jogo como treinador principal para o campeonato. Tinha chegado a Coimbra duas semanas antes e apanhava uma equipa esfrangalhada, sem vitórias e destacada no último lugar. Para trás, um estágio de oito anos com José Mourinho, no Porto, Chelsea e Inter. Quis o destino que o primeiro jogo oficial fosse no local que, meses depois, viria a ser a sua “cadeira de sonho”.

Desse jogo, resta ainda alguma memória. O Porto venceu e rezam as crónicas que o 3-2 final é representativo das dificuldades que a equipa treinada por Jesualdo Ferreira teve para vencer a Académica. Na altura, mais do que o resultado, ficaram os elogios à atitude da Briosa, com uma postura positiva, concentrada e muito desinibida, para quem estava no último lugar da tabela. Ocupação certa dos espaços e conhecimento total da manobra do adversário foram qualidades detectadas no primeiro teste feito à carreira de Villas-Boas. A partir daí, é o que se sabe. Sempre a subir, na Académica e na carreira. Até ao Chelsea, onde persegue o sonho da Champions e da Premier League. Aos 34 anos.

Para a história, ficam o primeiro e o mais recente onze de André Villas-Boas. Eis as diferenças:

Ricardo vs Cech
Pedrinho vs Bosingwa
Berger vs David Luiz
Orlando vs Terry
Emídio Rafael vs Ashley Cole
Cris vs Lampard
Tiero vs Mikel
Nuno Coelho vs Raúl Meireles
Lito vs Sturridge
Sougou vs Mata
João Ribeiro vs Drogba

Outubro 25, 2011 Publicado por | Uncategorized | Deixe um Comentário

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